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Leia a carta assinada por Marco Donida, principal compositor do Matanza

A todos que tem a nossa amizade, estamos de volta!

Dissemos que iríamos continuar tocando juntos e aqui estamos. PORQUE MATANZA INC? Essencialmente porque eu, Marco Donida, compositor, letrista e ilustrador do Matanza, vou continuar compondo, escrevendo e desenhando, partindo do mesmo algoritmo, se me permitem a metáfora cretina…

Quando começamos o ENTERRO, eu e o China queríamos fazer um som nada a ver com Matanza: Black Metal. Quando o Jonas e o Dony começaram o LÂMMIA, queriam fazer um som nada a ver com Matanza: Stoner Rock Psicodélico Alternativo Muy Loco. Não é esse o caso aqui. A ideia nunca foi buscar outro som, porque a música do Matanza, pra nós, nunca foi um problema. Muito pelo contrário!

ENTÃO PORQUE INC? Porque é preciso diferenciar essa nova fase da banda. E desde o primeiro momento, não conseguimos evitar a analogia com o VENOM INC. Acabou ficando, e é isso aí…

QUEM VAI CANTAR? Apresento a todos, o meu amigo, VITAL CAVALCANTE! Figura conhecidíssima e tarimbada do Underground, que vem desenvolvendo uma carreira fulgurosa ao longo de mais de um par de décadas. Conheci na época do Poindexter, nos anos 90. De lá pra cá, nos trouxe o Jason, Helga, Cidade Chumbo… Além de um estimado amigo, Vital nos deu a resposta da questão que era, então, a mais importante… não QUEM, mas COMO será o vocal? Porque precisávamos de uma OUTRA coisa, que é difícil especificar, mas que pudesse levar a nossa música a lugares interessantes, que pudesse contribuir e renovar o som da banda. Vital tem esse talento, essa personalidade na voz, sem contar a experiência de quem tá no rolê do Rock desde o século passado. Assim como nós todos, diga-se!

E AÍ? Estamos no processo. Eu moro em São Paulo, Maurício em Santos, Dony, Jonas e Vital no Rio. Então, vamos seguindo o fluxo, marcando ensaios pontuais, gravações para pré-produção e se der tudo certo, com mais alguns meses gravamos o álbum propriamente dito. O material está praticamente pronto, mas é preciso um tempo para que as coisas possam ser devidamente lapidadas. E também é verdade que não estamos com pressa.

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